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Release
GRANDE DEBATE NA
EXPOMILK
Mantendo
a tradição de promover eventos de grande interesse público, a
Leite Brasil promoverá na
Expomilk deste ano um encontro com grandes personalidades do país
para discutir o assunto do momento: Brasil, celeiro do mundo do século
21! Já estão confirmadas as presenças, como entrevistados, do
ministro da Agricultura Roberto Rodrigues, o presidente da Comissão
de Agricultura da Câmara Federal, deputado Leonardo Vilela e o
jornalista econômico Joelmir Beting.
Também
participarão do evento, para atuar como debatedores, o chefe geral
da Embrapa Gado de Leite, Paulo do Carmo Martins, o professor da USP
e especialista em política agrícola internacional Marcos Sawaia
Jank e o agrônomo Xico Graziano, presidente da AgroBrasil,
ex-deputado federal e ex-Secretario da Agricultura de São Paulo. A
moderadora será Mônica Bergamashi, diretora Executiva da Abag, de
Ribeirão Preto.
O
cenário do debate será uma arena, no centro da qual haverá um
tablado, de piso elevado, com cadeiras para os entrevistados e
debatedores, que terão em torno de si
500 pessoas bem próximas. “Optamos por essa disposição
para fugir do formato clássico de auditórios, onde dificilmente há
uma interação entre o público e os entrevistados, explica Jorge
Rubez, presidente da Leite Brasil.
Reunindo
também Embrapa Gado de Leite e Faesp e Senar/SP, como
organizadores, o evento será realizado no dia 28 de outubro, das 13
às 14 horas, no Centro de Exposições Imigrantes, São Paulo,
palco da Expomilk 2004. Mais informações www.leitebrasil.org.br.
Ou pelo fone (11) 221-3599.
João
Castanho Dias
Assessoria
de Imprensa
(11)
221– 3599
imprensa@leitebrasil.org.br
Setembro/2004
NOVA
LOG
OMARCA DA LEITE BRASIL
Fundada
em 1997, em São Paulo, a Associação Brasileira dos Produtores de
Leite está com uma série de novidades na área da comunicação. A
primeira foi a criação de nova logomarca, formada pelas cores e
figuras da bandeira nacional. O novo símbolo acompanha inovações
no site da Leite Brasil, que será mais interativo e que terá links
com seus principais parceiros.
Outra
novidade será o newsletter Folha Leite Brasil, que circulará
quinzenalmente entre produtores, cooperativas e laticínios
associados. Ele será lançado durante a próxima Expomilk, dias 20
a 25 de outubro, onde a Leite Brasil promoverá o evento Brasil –
Celeiro Mundial no Século 21, para discutir essa nova posição que
o país acabar de conquistar.
Todo
o projeto de comunicação visual foi criado pelo designer gráfico
Everaldo Araújo, que há de 25 anos vem desenvolvendo importantes
trabalhos para agências de propaganda e de empresas de promoção
de produtos no mercado varejista de São Paulo.
João
Castanho Dias
Assessoria
de Imprensa
imprensa@leitebrasil.org.br
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221-3599
Agosto/2004
OS
ALTOS E BAIXOS DO LEITE BRASILEIRO
Pequena
queda na produção, grande redução do número de produtores, e
grande aumento da produtividade leiteira no período 2001/2003. Em
resumo, essas são as principais conclusões de pesquisa da Leite
Brasil, Confederação Nacional de Agricultura,Organização das
Cooperativas Brasileiras, Confederação Brasileira das Cooperativas
de Laticínios e Embrapa Gado de Leite, nas 15 maiores empresas de
laticínios do país,
A
pesquisa revelou que os 6,310 bilhões de litros recebidos em 2001,
passaram para 5,958 bilhões em 2002 e para 5,907 bilhões em 2003;
queda de 0,55%. A queda do número de produtores foi maior, chegando
a quase 20%. Em 2001, eram 116 mil, que diminuíram para 98 mil em
2002 e para 94 mil em 2003. Já a produtividade diária, cresceu
mais de 20%. Em 2001, era de 149 litros/ produtor, subindo para 165
litros em 2002 e 171 litros em 2003.
Em
relação ao ranking, não houve alteração na posição dos cincos
primeiros colocados em relação aos anos anteriores. O primeiro
lugar continuou sendo da Nestlé, agora com nome de DPA (Dairy
Partners Américas), seguida pela Parmalat, cuja captação não
tinha ainda sofrido reflexos da crise. Em terceiro lugar vem a Itambé,
Minas Gerais, depois a Elege, Rio Grande do Sul, e CCL, São Paulo.
Esses cinco laticínios respondem por mais de 50% do total da produção
do ranking.
Se
houve grande salto no ranking, ele foi dado pela cooperativa Central
Leite Nilza, de Ribeirão Preto, que pulou para a sétima posição.
Em 2002 a empresa estava na 11a. Isso é sinal de que o
cooperativismo está em alta, tendência revelada pelo estudo: no
período 2002/2003, a captação das cooperativas subiu, enquanto
que o dos laticínios privados caiu.
Em 2003 a produção dos 15 laticínios do ranking somou 5,9
bilhões de litros, quase 50% da produção nacional de leite.
João
Castanho Dias
imprensa@leitebrasil.org.br
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Maio/2004
QUEM
GANHA COM OS SÓLIDOS DO LEITE?
Pela
primeira vez o setor leiteiro do Brasil terá a oportunidade de
conhecer oficialmente uma grande novidade. Ela muda radicalmente o
sistema de remuneração do produtor: o pagamento do leite por sólidos
totais! É o futuro que está chegando no país, depois de já ter
chegado e se firmado no exterior, a partir da Nova Zelândia. Nos
EUA, Canadá, Europa, não se fala mais em pagamento por gordura,
proteína, mas por sólidos totais.
Como
algumas companhias de laticínios já estão estudando a implantação
desse sistema no Brasil, é fundamental que todos estejam preparados
para quando esse dia chegar. Para isso, a Embrapa e a Leite Brasil,
com apoio das dezoito mais representativas organizações rurais do
país, realizarão em 11 de maio próximo o 1o. Seminário
Brasileiro sobre a Valorização dos Sólidos Totais no Leite, que
reunirá palestrantes do Brasil e exterior.
Grandes
especialistas da matéria, eles estarão a disposição dos
presentes para tirar todas as dúvidas que restarem após suas
palestras. Quem ganhará com os sólidos totais? O sistema
vai dar certo no Brasil? Venha saber disso e de muitas outras
coisas no seminário, que será realizado no Auditório Leite
Brasil, na rua Bento Freitas 178, 9o. andar, São Paulo.
As
inscrições no site www.leitebrasil.org.br
. Informações no fone (11) 221-3599.
João
Castanho Dias
Assessoria
de Imprensa
imprensa@leitebrasil.org.br
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Abril/2004
DEBATE
COMO GANHAR DINHEIRO NO LEITE
?
Promovido
pela Associação Leite Brasil, apoio da Faesp e do Senar, o debate
Como ganhar dinheiro no leite ? foi um dos pontos altos da Expomilk
2003. O sucesso pode ser medido pelo enorme público presente e por
uma pesquisa de opinião feita logo após o evento. A grande maioria
dos entrevistados classificou o debate entre ótimo e bom e muitas
deles acharam que o debate deveria ser repetido outras vezes.
O
debate teve sua atenção despertada pelo seu formato inédito no
setor leiteiro: uma arena no centro da qual estavam três
entrevistados. Ao redor deles estavam debatedores e atrás destes
cerca de 600 pessoas querendo saber como ter lucro no leite e
podendo também fazer perguntas aos entrevistados: professor Sebastião
Teixeira Gomes, o produtor Roberto Jank e o executivo Walter Galan,
da DPA, empresa formada pela Nestlé e pela neozelandesa Fonterra.
Os debatedores eram jornalistas, produtores, dirigentes de
cooperativas e laticínios, técnicos.
Houve
um consenso geral de que a pecuária leiteira é um negócio igual
aos outros. O sucesso ou fracasso depende da capacidade empresarial
de cada produtor. Não existe uma fórmula mágica. Vence na
atividade aquele que for mais competente, que tiver melhor tino
administrativo, que souber se adaptar às mudanças e,
principalmente, adotar tecnologias que aumentem a produtividade.
Outra
das conclusões foi a de que o volume de produção é fundamental
para se manter e crescer na atividade. De nada adiantará a um
produtor ter um baixo custo de produção se a sua produção também
for baixa, pois a pequena renda obtida no final do mês o impedirá
de fazer investimentos na atividade. Como essa situação geralmente
é típica de pequena propriedade familiar, são grandes as chances
de exclusão social e econômica dos filhos desse produtor, os quais
não podendo continuar na atividade, irão engrossar os
subempregados nas cidades.
Os
entrevistados enfatizaram também a necessidade de fortalecer as
cooperativas de laticínios
para fazer contraponto com as empresas privadas, visando o equilíbrio
de forças no mercado que, uma vez atingido, terá
como conseqüência, preços mais adequados para os
produtores. Foi sugerido que as grandes cooperativas deveriam
fundir-se numa só, seguindo o modelo adotado nos Estados Unidos,
com amplos resultados favoráveis para a saúde do sistema.
Houve
também concordância que é preciso implantar no país o marketing
institucional do leite para aumentar o consumo do produto. O baixo
poder aquisitivo da população é um obstáculo para isso, mas não
a causa única. Nos debates, surgiu a informação de que está
sendo discutida a cobrança de produtores e laticínios
de uma taxa destinada para o marketing, mediante projeto de
lei na Câmara Federal, como existe nos EUA.
Quanto
ao sistema de produção de leite, a pasto ou confinado, com gado
puro ou cruzado, não houve aprofundamento das discussões, muito
embora sejam temas recorrentes em qualquer discussão sobre os
caminhos e descaminhos da pecuária leiteira. Mas, por outro lado,
dialogou-se sobre o uso do leite importado nas merendas escolares, a
adulteração do leite com soro de queijo, pagamento por sólidos
totais, subsídios agrícolas, que apenas aparentemente são temas
periféricos ao foco central dos debates; na verdade, são temas
diretamente ligados à problemática de como ganhar dinheiro no
leite.
João
Castanho Dias
imprensa@leitebrasil.org.br
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Dezembro/2003
A
QUEDA INEXPLICÁVEL DOS PREÇOS DO LEITE
Os
preços do leite tipo C para o produtor estão em queda inexplicável
e generalizada em todo país desde julho de 2003. Em Minas Gerais, a
redução atingiu 4% no período julho/outubro, passando o preço do
litro de R$ 0,50 para R$ 0,48. A maior queda foi em Goiás, com 6%,
recuando o preço do produtor de R$ 0,50 para R$ 0,47.
A
previsão Comissão de Pecuária Leiteira, da Confederação
Nacional da Agricultura e Pecuária, é a de que a queda em novembro
será mais acentuada ainda, podendo a média Brasil alcançar a 10%.
Essa redução para produtores do sul e sudeste significaria a
passagem do preço de R$ 0,48 para cerca de R$ 0,43 por litro.
Enquanto
isso, a maioria dos preços dos insumos está subindo. Por exemplo,
em julho/outubro o quilo da ração aumentou 17%, evoluindo de R$ 0,
64 para R$ 0,76. Em julho, o produtor comprava 1 kg de adubo com 1,3
litro de leite; em outubro precisou de 1,6 litro para adquirir a
mesma quantidade do insumo.
Mais
inexplicavelmente ainda é que enquanto o preço para produtor cai,
para o consumidor sobe! Segundo o IPC para leite e derivados, em
Minas Gerais, no período fevereiro/outubro 2003, preço do litro de
leite C no varejo subiu 9,8%. Para o produtor subiu 5,17%. Em
Goiás, o consumidor pagou mais 13,64% e o produtor recebeu
apenas 2,56% a mais.
“As
indústrias de laticínios alegam que está havendo excedente de
oferta de matéria-prima, mas gostaríamos de ter maior clareza
nessa afirmação”, comenta o agrônomo e professor universitário
Marcelo Costa Martins, assessor técnico da Comissão de Pecuária
Leiteira da CNA. Os números
da exportação/ importação, ativas formadoras dos preços do
mercado interno, sugerem justamente o contrário.
Neste
ano a importações declinaram-se de forma expressiva, passando de
1,46 bilhão de litros em equivalente leite, para 620 milhões.
“Essa queda é como se a produção do leite forma de Estado de
Goiás, segundo maior estado produtor, caísse 50%”, informa o
assessor da CNA. Por
seu turno, em 2003 as exportações devem crescer em torno de 2%.
A
queda das importações combinada com aumento das exportações, é
o melhor que poderia acontecer para os produtores em termos
financeiros. Tal fluxo, como ocorre agora, enxuga e não inunda de
leite o mercado. Estão
faltando argumentos para as indústrias de laticínios justificarem a redução de preços
que praticaram contra seus fornecedores.
Novembro/2003
CRESCE
O INTERESSE PELA EXPORTAÇÃO DE LÁCTEOS
A
conquista do mercado externo dos produtos lácteos é o tema que
atualmente mais desperta atenção entre as empresas de laticínios.
Basta ver que um evento realizado pela Associação Leite Brasil em
sua sede em São Paulo, dia 27 de agosto, reuniu cerca de oitenta
executivos do setor, todos interessados no descobrimento do caminho
da mina.
Mas
para que o país se transforme de fato num poderoso player mundial
desses produtos, primeiro terá que fazer a lição de casa, como
mostraram os três palestrantes do I Seminário Removendo Obstáculos
para o Crescimento da Exportação de Lácteos do Brasil que
teve patrocínio do Ministério da Agricultura e o apoio da
Faesp e Senar São Paulo.
Todos
foram unânimes em considerar que as chances do Brasil nesses negócios
são inegáveis, mas para que elas se realizem é fundamental que o
Brasil ofereça os produtos que eles querem comprar e a cadeia láctea
esteja impregnada com a “cultura da exportação”.
Segundo
Vicente Nogueira Neto, diretor do Departamento Econômico da
Confederação Brasileira de Cooperativas de Laticínios (CBCL), são
várias as providências a serem tomadas, como a “remoção da
burocracia, a criação de linhas de financiamentos para as
empresas, aproximação com nações com potencial de compra de
nossos produtos, caso do México, um dos maiores importadores de
leite do mundo, entre outras providências”.
Na
opinião de André Mesquita, diretor da trading Serlac, o Brasil é
muito competitivo no leite evaporado, em pó e principalmente no
leite condensado, cujo custo de produção não tem rivais entre os
países concorrentes. “Mas para chegarmos lá temos que superar
fortes obstáculos, como barreiras sanitárias de outros países”
e tomar algumas providências básicas, como a criação de
embalagem padrão para os lácteos dirigidos para o mercado externo.
Alexandre
Gomes Fernandes, fiscal do SIPA, Ministério da Agricultura, em
Minas Gerais, disse que “nenhuma empresa do Brasil está apta para
exportar para a União Européia, cujas exigências de qualidade não
são atendidas pela nossa legislação, mesmo com as novas normas de
produção criadas recentemente”. Ele informou ainda que existem
no Brasil quase 2 mil laticínios com SIF, dos quais apenas 5% estão
legalmente capacitados para a exportação.
O
Brasil, por enquanto, é uma promessa como plataforma exportadora de
lácteos, mas os números estão crescendo rapidamente. Em 2001
exportou cerca de US$ 25 milhões e no ano passado US$ 40 milhões.
Experts do setor acreditam que dentro de dez anos as exportações
podem crescer mais de dez vezes, chegando a US$ 500 milhões.
João
Castanho Dias
Assessor
de Imprensa
imprensa@leitebrasil.org.br
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Setembro/2003
UMA
VITÓRIA DO LEITE BRASILEIRO
Depois
de ter tentado sem êxito nas gestões de Paulo Maluf e Celso Pitta
exigir que a Prefeitura de São Paulo usasse somente produto
brasileiro em seu programa Leve Leite, a Associação Leite Brasil
finalmente conseguiu uma vitória nessa luta que já durava mais de
dez anos, após audiência realizada no dia 13 de junho passado com
a prefeita Marta Suplicy.
Já
na próxima concorrência para compra de leite em pó integral para
a merenda escolar e outros programas sociais paulistanos, a
Secretaria Municipal de Abastecimento obriga que a matéria-prima
seja de origem exclusivamente nacional, seguindo determinação de
lei federal nesse sentido, promulgada pelo Ministério da
Agricultura em 1999. Anteriormente essa exigência não era
cumprida.
A
empresa vencedora da concorrência deverá fornecer mensalmente à
Prefeitura de São Paulo 2,2 milhões de quilos de leite em pó,
equivalente a 700 mil litros diários de leite fluído. “Era
inaceitável que um volume tão grande de leite estrangeiro
subsidiado entrasse no Brasil para competir de forma desleal com a
pecuária leiteira do Brasil, geradora de 5 milhões de empregos no
campo”, comenta Jorge Rubez, presidente da Leite Brasil e produtor
de leite em Cruzeiro, Vale do Paraíba.
João
Castanho Dias
Assessor
de Imprensa
imprensa@leitebrasil.org.br
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221-3599
Junho/2003
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