Comunicados da Leite Brasil
Nº
096/2004 - 13 de agosto de 2004 - EXPORTAÇÃO DE LÁCTEOS
Nº
090/2004 - 29 de julho de 2004 - ATAQUE AO LEITE NA MÍDIA
E RASTREABILIDADE.
Nº
058/2004 - -2 de junho de 2004 - CONCENTRAÇÃO
NO VAREJO - O PODER DOS SUPERMERCADOS
Nº
036/2004 --- 20 de abril de 2004 - ENCONTRO DE LIDERANÇAS
E PRODUTORES RURAIS
Nº
184/2003 - 9 de dezembro de 2003 - ATIVIDADES DA LEITE BRASIL –
2º SEMESTRE 2003
Nº
086/2003 - 7 de julho de 2003 - APROVEITAMENTO DO ICMS COMO CRÉDITO
Nº
077/2003 - 18 de junho de 2003 - PLANO AGRICOLA E PECUÁRIO
2003/2004
Nº
055/2003 - 25 de abril de 2003 - SITUAÇÃO DO CONVÊNIO
DE COMBATE A FRAUDE NOS LÁCTEOS
Nº
028/2003 - 6 de março de 2003 - COMBATE A FRAUDE NOS LÁCTEOS
Nº
013/2003 - 27 de janeiro de 2003 - ATIVIDADES DA LEITE BRASIL NO
INÍCIO DE 2003

Nº
096/2004 - 13 de agosto de 2004
EXPORTAÇÃO
DE LÁCTEOS
A
imprensa noticiou durante esta semana os expressivos resultados
na balança comercial de lácteos do Brasil nos sete
primeiros meses do ano. Enquanto o faturamento nas exportações
cresceu 117% o das importações caiu 32%.
Estamos colhendo pela primeira vez, de forma concreta, os resultados
de um intenso trabalho da Associação Leite Brasil,
e de outras entidades parceiras, incentivando as exportações
e lutando por mecanismos de defesa comercial, como é o caso
das medidas antidumping contra a Nova Zelândia, União
Européia, Argentina e Uruguai, e o atual processo de renovação
do direito antidumping contra a Argentina e Uruguai em fase de avaliação
no Departamento de Defesa Comercial.
Sem as exportações e sem estes mecanismos de defesa,
certamente o mercado brasileiro estaria abarrotado de leite e os
preços ao produtor estariam deprimidos.
A produção de leite também não teria
apresentado crescimento como ocorreu em 2003 da ordem de 4,6% no
total do Brasil e de 6,3% no Estado de São Paulo conforme
dados do governo paulista.
O trabalho continua e vai exigir muito esforço para melhorar
estes resultados e no final do ano comemorarmos, pela primeira vez
na história do setor, um superávit no comércio
internacional.
Precisamos da sua participação e apoio. Fale com a
Leite Brasil trazendo sugestões e informações
de sua área de ação.
Jorge
Rubez
Presidente
Topo

Nº
090/2004 - 29 de julho de 2004
ATAQUE
AO LEITE NA MÍDIA E RASTREABILIDADE.
Realizamos
ontem na sede da Leite Brasil reunião de Diretoria em conjunto
com o Conselho de Representantes com a presença de convidados
para tratar de 2 importantes assuntos: ataque ao leite na mídia
e rastreabilidade.
Exibimos um vídeo de entrevista do médico Alexandre
Feldman, realizada dia 21 de junho passado na TV Mulher no programa
“A Tarde é Nossa” da apresentadora Sula Miranda.
O médico faz recomendações à população
para que deixe de consumir leite e produtos derivados, com a alegação
que fazem mal à saúde.
O trabalho da Leite Brasil foi pleitear o direito de resposta, que
foi concedido para o mesmo programa do dia 28 de junho. Convidamos
para fazer a réplica o companheiro Antonio José Xavier,
técnico em laticínio e presidente da Câmara
Setorial de Leite e Derivados da Secretaria da Agricultura do Estado
de São Paulo.
Refletindo sobre o tema. consolidou-se a convicção
de que a Leite Brasil deve continuar com o trabalho de estar sempre
atenta a estes acontecimentos para esclarecer a verdade e defender
a imagem do leite na imprensa.
Outro fato recente foi a matéria “Cuidado com o leite”
na edição deste mês da revista Crescer, da Editora
Globo, que ao abordar a alergia ao leite, fez chamadas negativas,
prejudicando a imagem do produto e induzindo as mães a não
mais fornecer o leite aos seus filhos. O trabalho da Leite Brasil
foi solicitar espaço para publicação de esclarecimentos
que esperamos para a edição de agosto.
A rastreabilidade foi tema de exposição de um técnico
da FAESP numa seção de “tira dúvidas”.
É importante registrar que a rastreabilidade no rebanho bovino
é uma realidade que o produtor rural precisa se conscientizar.
No momento não visualizamos como evitar o enquadramento.
O Governo já vem legislando desde o início de 2002
e a cada ano vem aperfeiçoando a legislação.
Enfim, é uma obrigatoriedade e não adesão.
Prazos para enquadramento: até 31 de dezembro de 2005 –
para estados livres de febre aftosa ou em processo de declaração
e até 31 de dezembro de 2007 – para demais estados
da federação. A inclusão de animais após
estes prazos deverá ocorrer até 90 dias após
o nascimento.
Estamos disponibilizando no site da Leite Brasil www.leitebrasil.org.br
, os slides da apresentação realizada ontem e a legislação
sobre o assunto.
Sugerimos a maior divulgação possível dentro
de sua área de influência para a conscientização
do produtor.
Dúvidas: contatar o engenheiro agrônomo da FAESP Cláudio
Silveira Brisolara, fone: (11) 3258-7233, ramal 263, ou através
do e-mail: claudio@faespsenar.com.br
Jorge
Rubez
Presidente
Topo

Nº
058/2004 - -2 de junho de 2004
CONCENTRAÇÃO
NO VAREJO - O PODER DOS SUPERMERCADOS
A
Leite Brasil participou nestes últimos dois anos de uma comissão
de estudos da FIESP sobre a concentração no varejo.
O trabalho envolveu a realização periódica
de reuniões, coleta e fornecimento de informações
do setor lácteo e a discussão com profissionais ligados
a Fundação Getulio Vargas (FGV) que foram contratados
para desenvolver um trabalho envolvendo o assunto. O estudo, de
altíssimo nível, foi concluído e apresentado
ao grupo e à imprensa ontem (1/junho).
Abaixo o endereço eletrônico para ver o relatório
final, de 106 páginas, em arquivo PDF: “Impactos Verticais
da Concentração do Setor Varejista Brasileiro:
http://www.fiesp.com.br/download/palestras/pesquisavarejo.pdf
O estudo demonstrou que efetivamente o grande varejo tem poder de
mercado, utiliza este poder de compra para obter vantagens, enfim
pratica abuso de poder econômico. Os principais prejudicados
são os consumidores, os fornecedores e os pequenos e médios
varejistas.
O grande problema que enfrentamos é a concepção
que a sociedade tem ao considerar os supermercados como “bonzinhos”,
assim como ainda prevalece no governo o pensamento de que os grandes
varejistas são bons negociadores de preços e ajudam
a combater a inflação. O estudo realizado pela FGV
ajudou a desmistificar, de certa forma, estas concepções.
Em nossa reunião com o presidente da FIESP Horácio
Lafer Piva, ficou claro que, para enfrentar o problema, só
através da união daqueles que são partes interessadas.
Estamos conscientes do grau de dificuldade que envolve este assunto,
pois as empresas têm medo de represálias por parte
dos supermercados.
Existe uma indicação positiva de que é possível
enquadrar estes varejistas na Lei de Defesa da Concorrência
pelos abusos que vêm cometendo contra os fornecedores. Não
existe ainda uma decisão sobre o melhor caminho que se tomará,
mas a partir deste estudo se teve uma maior visibilidade sobre o
problema.
Recomendamos a leitura do documente. Tanto a FIESP como a Leite
Brasil contam com as suas sugestões.
Jorge Rubez
Presidente
Topo

Nº
036/2004 --- 20 de abril de 2004
ENCONTRO
DE LIDERANÇAS E PRODUTORES RURAIS
Este
relatório tem o objetivo de informar-lhe sobre o Encontro
de Lideranças e Produtores Rurais, realizado dia 13 de abril
na CNA, do qual participamos como presidente da Leite Brasil e também
representando a FAESP na condição de coordenador da
Mesa Diretora de Assuntos Técnicos de Pecuária de
Leite.
O encontro reuniu importantes lideranças, principalmente
do meio sindical patronal, e deputados federais, que apóiam
a agropecuária. Os assuntos, pré-agendados, eram sobre
quatro grandes questões: fundiária, indígena,
trabalhista e ambiental.
Diante do conteúdo das informações e dos depoimentos
dos palestrantes, chegou-se a conclusão que os agropecuaristas
estão alheios à verdadeira situação
atual em relação aos quatro assuntos.
Poucos sabem que o conceito de “função social”
da terra está sendo estrategicamente distorcido, visando
impedir que o Brasil ocupe posição de destaque no
comércio internacional.
Poucos sabem que grupos estrangeiros, através de Ongs e setores
de Governo de segundo escalão, influenciam a FUNAI e o INCRA.
Poucos sabem que esses grupos estão atuando no Congresso
Nacional, aprovando leis que estão “engessando”
a agropecuária brasileira.
Poucos sabem o que é georreferenciamente, GUT, GUT artificial,
compensação ambiental, zoneamento, taxa de fiscalização
ambiental, averbação e recomposição
da RC, unidade de conservação, restrições
ao uso agrícola, restrição ao uso de OGM, licenciamento
ambiental, etc.
Poucos sabem que há uma boa possibilidade de sua propriedade
rural ser considerada como exploradora do trabalho escravo por distorção
da aplicabilidade da lei.
Poucas sabem que na concepção dos Estados Unidos,
a Amazônia é um patrimônio de todos, e muitas
organizações americanas “laranjas” já
estão lá para pegar seu pedaço.
Poucos sabem que esses grupos estão colocando obstáculos
para criação de novas fronteiras e acesso pelo Pacífico,
principalmente para os tigres asiáticos. “Eles”
querem o mercado só para si.
O público participante do encontro ficou muito assustado,
assim como os próprios palestrantes, que transmitiam preocupações
que eram corroboradas pelos Deputados Federais presentes.
Tudo isso nos fez pensar: será que não estamos à
mercê de um inimigo invisível, onipresente, esperando
para nos atacar?
Estamos empenhados em motivar as entidades parceiras para que se
mobilizem para levar as informações ao produtor rural,
através de reuniões, palestras e também nos
meios de comunicação. Tudo para fazer uma “força
contrária” aos interesses desses grupos.
Temos um CD com um grande numero de informações. Havendo
interesse basta nos ligar que enviaremos uma cópia.
Jorge
Rubez
Presidente da Associação Brasileira dos Produtos de
Leite - LEITE BRASIL e
Coordenador da Mesa Diretora
de Assuntos Técnicos de Pecuária de Leite –
FAESP
Topo

Nº
184/2003 - 9 de dezembro de 2003
ATIVIDADES
DA LEITE BRASIL – 2º SEMESTRE 2003
Com
os nossos votos de Boas Festas e sucesso em seus negócios
em 2004, apresentamos as principais atividades da Leite Brasil no
segundo semestre de 2003.
1.
Realização do seminário “Removendo Obstáculos
para o Crescimento da Exportação de Lácteos
do Brasil”, realizado no dia 27 de agosto com a presença
de 80 lideranças e formadores de opinião, mediante
parceria entre a Leite Brasil, o Ministério da Agricultura
e a FAESP e SENAR/SP. O livro publicado pela Associação
traz os resultados do seminário e uma agenda de assuntos.
Se houver interesse ainda dispomos de alguns exemplares. Esta ação
da entidade é para atender uma de suas bandeiras, a da “promoção
das exportações de lácteos”.
2. Ações políticas junto a CNA e Ministério
da Agricultura para reverter regulamento da ANVISA sobre rotulagem
nutricional, que exige a fixação de textos nas embalagens
precedidos da frase “O Ministério da Agricultura adverte”.
No primeiro semestre foram desenvolvidas ações junto
a ANVISA para alterar a Resolução 222, que obrigava
as empresas de laticínios a incluir nos rótulos de
produtos lácteos frases antecedidas da expressão “o
Ministério da Saúde adverte”. A tese defendida
pela Leite Brasil foi de substituir a palavra “adverte”
por “esclarece”. A ANVISA negou o atendimento sob alegação
de que a legislação foi submetida à consulta
pública. No segundo semestre procuramos apoio de outras entidades
do setor e do Ministério da Agricultura.
3. Participação em audiência pública
na Câmara dos Deputados sobre adição de soro
no leite e fraude aos consumidores. Esta audiência foi realizada
no dia 11 de setembro na Comissão de Agricultura e Política
Rural e teve como depoente o Secretário de Defesa Agropecuária
do Ministério da Agricultura, Maçao Tadano, com a
presença expressiva de Deputados integrantes da Comissão.
4. Projeto de combate à fraude, sendo a Leite Brasil uma
das signatárias do convênio assinado com o Ministério
da Agricultura. O total de amostras analisadas até outubro
foi de 1.600, procedentes de 251 estabelecimentos de laticínios
com SIF, localizados em 18 Unidades Federativas. Foram instaurados
94 processos administrativos referentes a resultados positivos para
soro de leite, assim como por alteração de composição
centesimal em produtos lácteos diversos. Dos 94 processos,
19 foram do leite UHT dos se referem a amostras oriundas de diferentes
estabelecimentos. Praticamente 100% desses 19 fabricantes foram
novamente amostrados, não se constatando ocorrência
irregular. Em janeiro/fevereiro deste ano, 33,5% das amostras apresentavam
resultado positivo para adição de soro. Em março/abril
caiu para 24/8%, em maio/junho para 22,3%, em julho/agosto para
7,6% e sem setembro/outubro para aproximadamente 3%.
5. Conquista da obrigatoriedade de uso de matéria-prima nacional
na fabricação de leite em pó nos programas
sociais da Prefeitura de São Paulo. Uma vitória do
leite brasileiro. A Prefeita Marta Suplicy cumpriu promessa feita
em audiência dia 6 de junho com o presidente da Leite Brasil
Jorge Rubez e da Láctea Brasil, Roberto Hugo Jank Jr. Na
concorrência para compra de leite em pó integral para
a merenda escolar e outros programas sociais paulistanos, a Secretaria
Municipal de Abastecimento passou a exigir que a matéria-prima
seja de origem exclusivamente nacional, seguindo determinação
de lei federal promulgada pelo Ministério da Agricultura
em 1999. Anteriormente essa exigência não era cumprida.
A Prefeitura de São Paulo compra 2,2 milhões de quilos
de leite em pó, equivalente a 700 mil litros diários
de leite fluído.
6. Participação no grupo de técnicos (Leite
Brasil, CNA e OCB/CBCL) para construção da petição
de renovação do direito antidumping contra a Argentina
e Uruguai. Os acordos de preços são de 3 anos e vence
no final de 2003. A petição de revisão contra
a Argentina já foi protocolada e a do Uruguai será
até o final de dezembro. Estes procedimentos técnicos/administrativos
deverão ser complementados com ações políticas
das lideranças para convencer o governo brasileiro da necessidade
de prorrogação dos acordos.
7. Apresentação em consulta pública de proposta
de regulamento técnico para leite modificado e participação
em audiência pública para defesa de posição
consensual entre as entidades. A Leite Brasil em parceria com a
CNA, FAESP, CBCL e OCB apresentou ao Ministério da Agricultura
proposta que foi discutida em consulta pública realizada
no dia 11 de outubro.
8. Apresentação de proposta para regulamentação
da fabricação de bebida láctea a pedido do
Secretário de Defesa Agropecuária do Ministério
da Agricultura. O assunto está sendo analisado internamente
no Ministério da Agricultura.
9. Realização do debate “Como ganhar dinheiro
no leite?” na Expomilk 2003 com a participação
de 600 pessoas, a maioria produtores de leite.
10. Participação da entidade na Câmara Setorial
de Leite e Derivados do Ministério da Agricultura com posse
no dia 11 de novembro/2003. A criação deste fórum
foi uma reivindicação da Leite Brasil desde o governo
anterior que se materializou com o apoio de entidades parceiras
(CNA, OCB, CBCL) junto ao Ministro Roberto Rodrigues.
11. Participação da Leite Brasil em todas as reuniões
da Comissão Nacional de Leite da CNA Brasil e de outros fóruns
importantes da agroindústria leiteira.
12. Outros projetos de leite sobre os quais a Leite Brasil agiu
para defender os interesses dos produtores de leite:
1. Projeto do Senador Helio Costa para inclusão do leite
no Programa Nacional de Alimentação Escolar (apoio);
2. Projeto de lei do Deputado Reginaldo Lopes sobre política
de preços praticada pelos laticínios (contestação);
3. Projeto de lei da ex-senadora Benedita da Silva sobre rotulagem
do leite, com exigência de colocar no rótulo textos
específicos (contestação).
Existem várias atividades que a Leite Brasil desenvolve no
dia a dia, como os contatos políticos com autoridades do
executivo, deputados e senadores, que não estão descritas
neste relatório, mas cuja soma ajuda no encaminhamento de
soluções dos problemas dos produtores de leite e de
suas cooperativas.
Aproveitamos para enviar-lhe dois folhetos: do Ministério
da Agricultura sobre “...Não use a cama de frango..”,
e um folder institucional da Leite Brasil.
Jorge
Rubez
Presidente
Topo

Nº
086/2003 - 7 de julho de 2003
APROVEITAMENTO
dO ICMSCOMO CRÉDITO
O
propósito desta carta é estimular o produtor de leite
a aproveitar como crédito o ICMS destacado ou recolhido por
substituição tributária (situação
comum no caso de notas fiscais de combustíveis) nas notas
de compra de insumos agropecuários em geral.
No caso do Estado de São Paulo, o produtor rural pode se
creditar do imposto regularmente destacado nos documentos fiscais
relativos às entradas de:
• Sementes para plantio, fertilizantes, adubos, defensivos
agrícolas, ração animal e outros produtos destinados
à alimentação animal, todos eles vindos de
outros Estados.
• Gado em pé para recria ou engorda, proveniente de
outros Estados;
• Óleo diesel utilizado em máquinas, implementos
agrícolas e em veículos empregados exclusivamente
para o transporte de mercadorias.
• Material de embalagem não reutilizável;
• Bens destinados ao ativo permanente, desde que sejam empregados
diretamente no processo de produção rural.
Para saber como fazer é preciso um contato pessoal ou via
seu contador com o posto fiscal do município e/ou, no caso
de São Paulo, através da Internet seguindo os seguintes
passos: 1- entrar no site www.pfe.fazenda.sp.gov.br, 2- clique em
"SAIBA MAIS SOBRE", 3- digite "PRODUTOR RURAL"
na pesquisa, 4- clique no (+) em “ABC DO PRODUTOR RURAL”
e verifique as seções sobre o assunto.
Também é possível verificar e imprimir pela
Internet a PORTARIA CAT - 17, de 20/02/2003, com diversas informações
relativas ao Produtor Rural, incluindo questões relacionadas
à escrituração e utilização de
créditos de ICMS.
Normalmente o crédito pode ser utilizado para pagamento do
ICMS nas eventuais saídas tributadas, porém, no caso
do Estado de São Paulo, a legislação permite
a compra de implementos agrícolas através da transferência
de créditos de ICMS para os fornecedores do equipamento.
Em outros estados a legislação pode ser diferente,
mas para saber é preciso contatar o posto fiscal local.
Agradecemos dar a maior divulgação possível.
Jorge
Rubez
Presidente
Topo

Nº
077/2003 - 18 de junho de 2003
PLANO
AGRICOLA E PECUÁRIO 2003/2004
Estivemos
dia 12 de junho passado no Palácio do Planalto, a convite
da Presidência da República, na cerimônia de
lançamento do novo Plano Agrícola e Pecuário
para a safra 2003/2004.
Tivemos a oportunidade de conversar pessoalmente com o presidente
Lula e falar sobre a carta que enviamos com pedido de desoneração
do ato cooperativista, já que a lei 10.684 (30/05/2003) não
acolheu totalmente esta demanda.
Em relação ao Plano Agrícola e Pecuário,
foram atendidas as principais reivindicações do setor
agropecuário, das quais a Leite Brasil participou através
da CNA. Nossas sugestões foram geradas pelo documento elaborado
a partir da colaboração de companheiros e de cooperativas
de leite.
Foram mantidos os juros de 8,75% ao ano. O PRODECOOP (juros 10,75%
a. a.) terá recursos de R$ 450 milhões contra R$ 200
milhões na safra anterior. O custeio pecuário passa
de R$ 60 mil (safra anterior) para R$ 90 mil por produtor. Foram
mantidos todos os outros programas.
Apenas o preço mínimo de referência para EGF
não ficou como esperávamos. A proposta era de R$ 0,42
por litro de leite e foi aprovado R$ 0,38. Mas, entendemos que é
possível trabalhar politicamente este assunto.
Jorge
Rubez
Presidente
Topo

Nº
055/2003 - 25 de abril de 2003
SITUAÇÃO
DO CONVÊNIO DE COMBATE A FRAUDE NOS LÁCTEOS
Conforme
nosso compromisso de manter Vossa Senhoria informado sobre os principais
assuntos do setor de leite e atividades da Leite Brasil, informamos
sobre a situação atual do convênio de combate
a fraude nos lácteos.
Histórico do Governo FHC: A Leite Brasil apresentou o projeto
de combate a fraude no leite em 3 ocasiões. Inicialmente
ao Secretário de Política Agrícola Benedito
Rosa do Espírito Santo e posteriormente ao novo secretário
Célio Porto. Em parceria com a CNA o documento foi apresentado
também ao Ministro Pratini de Morais, recebendo seu integral
apoio. Infelizmente o processo não caminhou devido a obstáculos
criados internamente no MAPA.
Histórico Governo Atual: em 28 de janeiro o projeto foi apresentado,
pela Leite Brasil, CNA e CBCL, ao Ministro da Agricultura Roberto
Rodrigues que despachou para providências urgentes. No início
de fevereiro de 2003 a proposta foi discutida com o novo Secretário
de Defesa Agropecuária, Maçao Tadano, que prometeu
agilizar a tramitação no Ministério em duas
semanas. Em 19 de fevereiro o convênio foi assinado pelo Ministro
da Agricultura Roberto Rodrigues, pela CNA, CBCL e Leite Brasil
e os representantes de outras entidades signatárias: OCB,
SILEMG e ABILD.
Início das ações de combate a fraude: antecedendo
a assinatura do convênio, o Ministério da Agricultura,
com o apoio das entidades signatárias, realizou uma amostragem
testemunha nos estados de SP, MG, GO, BA PB, PE, CE, RS, SE e AM
para leite em pó e leite UHT integral, envolvendo cerca de
370 amostras em 74 indústrias. Os resultados ainda não
foram plenamente divulgados, mas sabe-se que mais de 1/3 do leite
das amostras estava fraudado com adição de soro. Mesmo
sem a assinatura do convênio, sob o amparo de outros dispositivos
legais, as empresas estão sendo penalizadas e apreendidos
aproximadamente 120 mil kg de leite em pó e UHT.
Situação em abril 2003: a CNA está coordenando
a coleta de recursos a serem repassados para as despesas de custeio
do programa. Estão programados repasses de recursos pelas
entidades da ordem de R$ 150 mil até o final do ano. Em 16
de abril passado o DIPOA estabeleceu, através da Resolução
nº 8 (anexa), a legislação que vai regular o
combate à fraude.
Estamos trabalhando para que o convênio seja um instrumento
para tirar do mercado os fraudadores beneficiando as empresas honestas
e, conseqüentemente, os produtores de leite.
Destaques da Resolução nº 8 de 16/04/2003: o
ritual de penalização dos fraudadores segue cumulativamente
os procedimentos de apreensão dos produtos (1ª amostra
fora do padrão), suspensão das atividades por 30 dias
(2ª amostra fora do padrão) e cassação
do registro no SIF e encaminhamento de processo administrativo ao
Ministério Público (3ª amostra fora do padrão).
Em todas as fases a multa será de R$ 25.000,00. É
prerrogativa do DIPOA a divulgação na imprensa do
nome das empresas que sofrerem apreensão e cassação
do SIF. As empresas ligadas aos serviços de inspeção
Estadual e Municipal serão tratadas similarmente através
dos serviços correspondentes.
Reunião CNA: dia 30 de abril para avaliação
e continuidade do programa de trabalho.
Destaque: a convite do Presidente da Câmara Setorial de Leite
e Derivados da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado
de São Paulo, Daniel de Figueiredo Felippe, no dia 8 de maio
próximo, as 10:00 horas, estamos apresentando um depoimento
naquele fórum sobre o Convênio de Combate a Fraude
nos Lácteos. Para participar o endereço é:
Av. Miguel Estéfano, 3.900, São Paulo/SP, fone (11)
5073-5441/3230.
Jorge
Rubez
Presidente
Topo

Nº
028/2003 - 6 de março de 2003
COMBATE
A FRAUDE NOS LÁCTEOS
Noticiamos
em nossa carta número 13, do dia 27 de janeiro passado, sobre
projeto apresentado ao governo para combater a fraude em produtos
lácteos. A boa notícia é o acolhimento pelo
Ministro da Agricultura e assinatura de um convênio cujo teor
anexamos para seu conhecimento.
Estamos convencidos de que a partir deste instrumento legal o setor
leiteiro poderá contribuir efetivamente para o controle e
melhoria da qualidade do leite e seus derivados.
Considerando o propósito de trabalhar em conjunto com outras
organizações, o convênio foi assinado em parceria
com a CNA, CBCL, OCB, ABILD e SILEMG.
No dia 25 de fevereiro passado as entidades gestoras do programa
se reuniram em Brasília para discutir principalmente as ações
a serem desenvolvidas, apreciação das estimativas
de gastos, definição do critério de rateio
das despesas e elaboração de plano de ação.
Manteremos Vossa Senhoria informado sobre o andamento dos trabalhos.
Jorge
Rubez
Presidente
Topo

Nº
013/2003 - 27 de janeiro de 2003
ATIVIDADES
DA LEITE BRASIL NO INÍCIO DE 2003
Para
conhecimento dos companheiros informamos sobre as atividades da
Leite Brasil neste início do ano 2003 em defesa dos produtores
de leite e de suas cooperativas.
Programa Vivaleite: com a suspensão da licitação
pelo Governador Geraldo Alckmin, o papel da Leite Brasil foi de
ajudar a encontrar uma solução que viabilizasse a
continuidade do fornecimento de leite para evitar que aproximadamente
400 mil litros por dia viessem ao mercado pressionando os preços.
Discutimos o assunto com o Governador e com o Secretário
da Agricultura, apresentamos nossas ponderações e
sugestões que culminaram com a decisão de realizar
uma compra de emergência.
Combate a fraude: apresentamos ao governo anterior um projeto de
parceria para combate a fraude em produtos lácteos. Retomamos
as discussões com a promessa de a partir de março
próximo dar início ao processo.
A proposta da Leite Brasil e da CBCL é denominada “Projeto
de Monitoramento da Qualidade de Produtos Lácteos”
e consiste na realização de análises laboratoriais,
inclusive com a possibilidade de utilização de moderno
equipamento de detecção de fraude pelo uso de soro.
Audiência com Roberto Rodrigues: será realizada dia
28 (terça-feira) com as lideranças do setor leite.
Na oportunidade daremos prioridade ao pleito de criação
de um Fórum Nacional do Leite conforme o Suplemento Agrícola
do Estadão já noticiou dia 22 passado.
Supermercados: continuamos a lutar contra as práticas desleais
dos supermercados que tanto tem prejudicado os produtores e suas
cooperativas. Estamos colocando em circulação na imprensa
um texto no qual apoiamos a Agencia Nacional da Concorrência.
Você pode ler o texto no milkpoint.com.br na seção
Espaço Aberto.
Jorge
Rubez
Presidente
Topo
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